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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Sessão Web Mundi: Desejos Proibidos - Último Episódio!



Último Capítulo

Claudia: [Tropeça e cai do penhasco] Socorro!
Felipe: Claudia?
Analice: Meu Deus. O que está acontecendo!
Vítor: Você está bem?
Analice: Agora sim!
Vítor: Fui eu. Eu descobri do caso de vocês dois e como ela me chantageava, pois ela sabia do meu caso com Heitor, resolvi me libertar para não acabar com a felicidade dos dois, mas ela me seguiu e descobriu tudo!
Felipe: Isso é algo que... Não tem explicação!
Analice: Tem sim. E eu quero distância de você Felipe, agora é de vez!


Cena 2/ Dia/ Tarde/ Ext./ Tronco
Lívia: Para Candido, ele vai morrer [Se solta dos capangas] Para [Se joga em cima de Candido que desmaia. Pega uma arma] Ninguém se meche, se não vão levar uma carraspana [Desmamara Carlos e o leva do local para o matagal]


Cena 3/ Dia/ Tarde/ Ext./ Mansão dos Dutra
Analice chega à casa assustada.
Joaquim: Ei amor! O que foram todos aqueles gritos da sua mãe?
Analice: Que gritos?
Joaquim: que vinham de perto daquele tronco.
Analice: Deve ser mais uma das loucuras dela.
Joaquim: Ei. Que cara de choro? O que houve?
Analice: Nada. Só quero tomar meu banho e tentar descansar [Segue para o banheiro]
Joaquim: Que estranha!


Cena 4/ Dia/ Tarde/ Ext./ Matagal
Lívia: Calma Carlos. Vai ficar tudo bem [Olha uma casa no meio do mato] Uma casa? Nunca tinha a visto por aqui. Será que moram pessoas ali? Irei te levar até lá!
Lívia leva Carlos sem saber até a casa de Heitor.
Lívia: Por favor alguém me ajuda!
Heitor: [Abre a porta] Entre!
Lívia: Obrigada. Por favor, me ajude!
Heitor: Claro. O leve para a minha cama!


Cena 5/ Dia/ Tarde/ Ext./ Tronco
Candido acorda.
Candido: Cadê? Cadê o maldito e vagabunda? Vocês os deixaram fugir. Estão todos demitidos, sumam daqui agora, anda [Todos os capangas saem] Ela vai voltar, eu vou acabar com ela!
Analice: [Chega até o local] Pai, o que houve?
Candido: O que houve? Sua mãe é um vaca, ela me traia, e agora eu vou acabar com a raça dela. Suma lá para dentro, eu não quero que veja sangue!
Analice: O que? Eu não vou permitir!
Candido: Não vai? Então vai apanhar junto!
Joaquim: Vamos para dentro da casa Analice. Vamos!
Analice: não. Você não vai encostar uma mão na minha mãe, eu cansei seu machista idiota, arrogante, nojento, eu não queria ser sua filha!
Candido: [dá um tapa na cara de Analice]
Analice: [Dá um tapa na cara de Candido]
Candido: Agora chega [Saca o revolver e mira para Analice]
Analice: Vai me matar é? Atira então, eu quero ver!
Candido: [Dá um tiro par ao alto e sai pelo meio do matagal]
Analice: Eu não posso deixa-lo fazer alguma coisa com minha mãe!


Cena 6/ Anoitecendo/ Int./ Casa de Heitor
Felipe e Vítor chegam à casa de Heitor
Vítor: Entre Felipe!
Lívia: Vítor? Felipe?
Vítor: Mãe?
Lívia: Então... Então ele é o seu namorado!
Vítor: É sim mãe [Abraça Lívia] Mas o que está fazendo aqui?
Lívia: O pai de vocês descobriu tudo.
Felipe: Tudo o que?
Lívia: Que eu tinha um caso com o Carlos!
Vitor: O que? É ele quem está ali?
Lívia: Sim. Seu pai o amarrou em um tronco e o deu chibatadas!
Felipe: E agora?
Lívia: Agora é que ele deve estar as minhas catas!


Cena 7/ Noite/ Ext./ Matagal
Candido: Lívia! Eu vou te achar [Dá um tiro para cima]


Cena 8/ Noite/ Int./ Casa de Heitor
Lívia: Ouviram? Foi ele. Meu Deus, se ele nos achar, vai acabar com nossas vidas!
Felipe: Eu não vou permitir [Sai da casa]
Lívia: Felipe? Vai aonde. Eu vou junto [Sai da casa]
Heitor: E nós?
Vítor: Eu não sei você, mas eu vou ver o que posso fazer [Pega uma faca e sai da casa]


Cena 9/ Noite/ Ext./ Matagal
Todos estão no matagal, Lívia, Felipe, Vítor, Joaquim, Analice...
Lívia: Filhos? Onde eles se meteram nessa escuridão!
Enquanto isso Joaquim e Analice procuram por Candido.
Joaquim: Está muito escuro!
Analice: A lua está cheia, devemos encontrar o meu pai antes que ocorra alguma besteira!
Com o silêncio da mata todos estão à procura de Candido.
Vítor: [Leva uma pancada na cabeça e é arrastado]
Candido: [Acha Vítor desmaiado] Vítor? [Leva uma pancada na cabeça e cai]
Ouve-se um tiro e os pássaros das arvores voam.
Felipe: O que foi isso [Esbarra em Vítor caído] Vítor? Meu Deus. Acorda!
Vítor: [Acorda] Felipe?
Felipe: [Olha para cima e vê seu pai morto] Pai? Pai, fala comigo, acorda!
Vítor: O que é isso?
Lívia: [Chega ao local] Candido!
Analice: [Chega ao local] Pai? Ele está morto!
Felipe: Sim. Mas quem fez isso?


Cena 10/ Dia/ Manhã/ Int./ Mansão dos Dutra/ Sala – Dois dias depois
Dois dias se passam após o assassinato de Candido.
Lívia: Sei que é estranho o que vou falar, mas parece que depois do que aconteceu com Candido e principalmente com o suicido de Claudia, o clima aqui em casa não é mais o mesmo!
Analice: Também penso assim!
Joaquim: A males que vem para o bem!
Vítor: Coisas inevitáveis acontecem a todo o momento!
Felipe: [Faz sinal para Analice e sai da sala]
Analice: Bem. Agora eu vou lá fora dar uma respirada!
Lívia: Vai minha filha!
Joaquim: [Fica observando]


Cena 11/ Dia/ Manhã/ Int./ Mansão dos Dutra/ Quarto de Felipe
Analice: O que você quer comigo?
Felipe: Depois da morte do nosso pai e da Claudia, não conversamos mais!
Analice: Mas eu não disse que queria me afastar de você?
Felipe: Se quisesse, não estaria aqui.
Analice: [Olha no fundo dos olhos de Felipe]
Felipe: [Beija Analice]
Joaquim: [Espia pela porta e pega Felipe beijando Analice] Então era verdade. Claudia estava certa, eles estão tendo um caso!

Joaquim fica perplexo com a cena.

Cena 12/ Dia/ Manhã/ Int./ Mansão dos Novaes/ Subindo as escadas – Quarto de Joaquim
Felipe conta toda a história para a sua até então mãe, mas Lívia conta que Felipe não pertence aos Dutra. Felipe vai salvar Analice e leva um tiro no braço.
Joaquim: Não se antes eu [Dá um tiro no braço de Felipe]
Felipe: Eu... Eu te odeio [Parte para cima de Joaquim] Desgraçado [Começa a dor socos na cara de Joaquim]
Felipe e Joaquim se encaram com cara de ódio.
Joaquim pega a arma e ouve-se mais um tiro. Felipe olha para Joaquim e a amordaça cai da boca de Analice que grita – Felipe!
Felipe: [Cai para o lado, pois levou um tiro na barriga]
Joaquim: Eu falei que iria te matar desgraçado [Mira para dar mais um tiro, mas não tem mais bala] Agonie-se desgraçado.
Felipe: [Perdendo muito sangue]
Analice: [Consegue se desamarrar] Felipe. Meu amor, diga que está tudo bem com você!
Felipe: Agora... Agora está. Você está aqui, ao meu lado.
Analice: Seja forte, viva, para que assim sejamos felizes!
Felipe: Já fomos felizes... Agora, nos resta tristeza e lembranças.
Analice: Você não vai morrer. Você não pode!
Felipe: [Coloca a mão no rosto de Analice] Ninguém escolhe se quer morrer ou viver, quando chegar a hora... Quando... Nós simplesmente vamos.
Analice: Não!
Felipe: Antes que eu vá, quero tirar o medo de ter vivido no pecado a vida toda. Nós não somos irmãos, eu não pertenço a sua família, nós... Nós não vivemos no pecado!
Analice: O que? Então meu amor, viva. Sobreviva!
Felipe: [Olha no fundo dos olhos de Analice]
Analice: [Olha no fundo dos olhos de Felipe}
Felipe: Amor é fogo que arde sem se ver!
Analice: É ferida que dói e não se sente!
Felipe: É um contentamento descontente!
Analice: [Beija Felipe]
Felipe: Eu te amo, e eternamente te amarei [Fecha os olhos e morre].
Analice: Felipe! Não! [Começa a lembrar dos momentos que esteve com Felipe]
O amor não é fácil de se entender. Uns morem por ele, outros matam por ele e outros que nascem, crescem e morrem com ele.


Cena 13/ Dia/ Tarde/ Ext./ Cemitério/ Tumulo de Candido –Uma semana após a morte de Felipe
No cemitério, no túmulo de Candido, uma pessoa vestida de preto chora pela morte do velho barão.
Pessoa: Você não poderia ter feito o que fez. Agora não estaria aqui, poderíamos estar juntos e felizes. Agora você está ai, esquecido, podre e fedido [Joga rosas brancas sobre o tumulo] Lembra das rosas brancas? Você adorava meu amor! [Ergue o pano de seu rosto]
Rosa: Eu te matei por amor e por você não ter me dado o verdadeiro valor. Espero que esteja no inferno [Levanta-se e sai do local]
Fernando: Mãe? O que a senhora faz aqui? Vamos, já está na hora!
Rosa: Eu sei meu filho, só vim visitar um amigo morto!
Fernando: Que amigo?
Rosa: É uma longa e dolorosa história!
Rosa e Fernando saem sem olhar para trás.


Cena 14/ Dia/ Tarde/ Int./ Mansão dos Dutra/ Quarto de Analice
Analice se prepara para o casamento.
Lívia: Você tem certeza de que quer se casar com Joaquim?
Analice: Tenho mãe. Depois da morte de Felipe, eu vi que meu verdadeiro amor era Joaquim!
Lívia: É que é estranho e até porque, eu não sei o que aconteceu bem, naquele dia!
Analice: Eu já lhe disse mãe. O Felipe brigou com Joaquim, mas para Joaquim se defender ele teve que atirar!
Lívia: Tudo bem, chega. Mesmo sabendo a vida toda que ele não era meu filho de sangue eu o criei como se fosse e isso é doloroso!
Analice: Ai que enjoo!
Lívia: Isso é normal em uma gravidez!
Analice: Tudo bem. Já estou pronta para o casamento. Faz um favor, desce e avisa que estou descendo.
Lívia: Tudo bem [Sai do quarto]
Analice: [Pega uma foto de Felipe] Eu te amo meu amor, e isso é por você [Passa a mão em sua barriga].


Cena 15/ Dia/ Tarde/ Int./ Mansão dos Dutra
Carlos: Ei meu amor!
Lívia: Carlos. Como você está lindo.
Carlos: Obrigado.
Lívia: Suas malas estão prontas para logo mais?
Carlos: Paris nos aguarde!
Lívia: Com certeza. Agora vamos que a noiva já está a descer!


Cena 16/ Dia/ Tarde/ Int./ Mansão dos Dutra/ Sala – Onde ocorrerá o casamento
Vítor: [Beija Heitor]
Heitor: Eu te amo!
Vítor: Eu também!
Lívia: [Chega à sala] A noiva já está descendo!
Todos levantam.
Joaquim observa orgulhosamente Analice descer as escadas.
Analice: [Descendo as escadas] [Olha para Lívia. Olha para Miguela] [Olha para Joaquim]
Padre: Então vamos começar a cerimônia [Padre diz todas suas palavras]
Analice: [Olha para Joaquim]
Padre: Analice Lívia Dutra, aceita amar e respeitar Joaquim Novaes, na saúde e na doença até que a morte os separe?
Analice: [Olha para Joaquim. Puxa uma tesoura] Nunca. Não. Jamais [Finca a tesoura na barriga de Joaquim] Eu te odeio você vai morrer desgraçado. Sinta a dor e a tristeza do fim. A única coisa que eu levo de você, é meu filho e o eterno ódio [Sai correndo do casamento enquanto a velha mansão se mancha de sangue].


Cena 17/ Dia/ Tarde/ Ext./ Cafezal dos Dutra/ Rua
Analice sai do seu casamento correndo com o vestido todo ensanguentado.
Analice: [Rasgando o vestido] Felipe. Esteja onde estiver, quero que saiba... Eu te amo!
Analice correndo descalça e quase nua. Se alguém resolver segui-la, o que irá encontra é apenas rastros de sangue e pedaços do seu vestido.
Voz de Analice: Quando você perde alguém que ama, ou sua felicidade deixa escapar, terá que conviver com a dor e a tristeza, como também aprender a lei da selva, na qual você mata, ou morre. Eu escolhi matar, para ser feliz.


Cena 18/ Dia/ Tarde/ Ext./Cemitério/ Túmulo de Felipe



Em cima do tumulo de Felipe tem uma rosa vermelha. O vento bate e leva a rosa.
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HOJE TEM O ÚLTIMO CAPÍTULO DE RAINHA DA SENZALA.


Qual será o destino de Xica, Miguel, Regina e Adamastor?
Confira hoje ás 21h da noite, o final épico de Rainha da Senzala!
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Mulheres Poderosas - Audiência Detalhada


NOVELA: Mulheres Poderosas
HORÁRIO: 20h00
DE: Ágatha
META: 18 pontos


*Com 30 capítulos

Maior Audiência: 30
Menor Audiência: 03
Estreia: 23 de Outubro de 2017
Término: 01 de Dezembro de 2017

MÉDIA-DECIMAL: 14.4 pontos 
23/10 a 27/10/2017 24 20 16 18 21 = 20 (19.8)  
30/10 a 03/11/2017 12 23 24 18 14 = 18 (18.22)
06/11 a 10/11/2017 ## 13 19 20 24 = 19 (18.85)

13/11 a 17/11/2017 30 18 17 12 13 = 18 (17.96)
20/11 a 24/11/2017 07 07 03 07 03 = 05 (05.42)
27/11 a 01/12/2017 08 08 10 09 14 = 10 (09.92)



MÉDIA-GERAL: 14 pontos – Fracasso

Obs: A partir do dia 20 o método de contagem de audiência passou de 5 views = 1 ponto para 10 
views = 1 ponto

CADA PONTO EQUIVALE À 5/10 VISUALIZAÇÕES.
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RAINHA DA SENZALA - CAPÍTULO 39 - PENÚLTIMO.


ANTERIORMENTE: Xica e os índios resgatam Miguel, Adamastor é preso.

CENA 01 / CASA DE XICA / RUA / EXTERIOR / DIA.

XICA - Essa é a nossa casa, Regina me expulsou daqui, mais eu vou entrar, quero ver que é que vai ter coragem de me impedir!

Os índios invadem a casa, Ubirajara leva Miguel para o quarto.


UBIRAJARA - Ubirajara reacordar Miguel!

XICA - Consegues?

UBIRAJARA - Sim!

Ele põe a mão sobre o corpo dele que reacorda.

XICA - Meu amor?

MIGUEL - Xica? O que aconteceu?

XICA - Há meu amor, só me beije!

Eles se beijam.

XICA - Não sabe o quanto estou feliz por lhe ter de volta!

MIGUEL - O que aconteceu? Minha cabeça está confusa, a última coisa da qual me lembro é eu brigando com Regina.

XICA - Sim, foi isto o que aconteceu. Eu vou lhe contar tudo!

Ela conta tudo á Miguel, desde a falsa gravidez de Regina ao envenenamento que ela fazia para tê-lo.

MIGUEL - Estou me lembrando, eu descobri a farsa da gravidez, foi esse o motivo da nossa última briga.

XICA - Sim, logo depois ela lhe empurrou da escada, tu ficaste inconsciente. Ela se aproveitou disso para lhe dopar e me expulsar da cidade sem que soubeste, mas graças a deus encontrei a aldeia dos índios e, com a ajuda deles pude lhe salvar de Regina.

MIGUEL - Mais uma vez lhes agradeço! Já fizeram muito por mim ao salvar Xica da morte, e agora novamente me salvaram, eu não sei como posso lhes agradecer.

UBIRAJARA - Não ter o que agradecer, Ubirajara fazer o que é certo, e quando se faz o que é certo alma ficar em paz.

Regina invade á casa e vai direto ao quarto de Xica e Miguel.


REGINA - (Surpresa), Está acordado? Como?

XICA -  O teu feitiço não foi forte o suficiente, agora saia daqui sua desgraçada! Ele já sabe de toda a verdade!

REGINA - Que verdade? O que tu inventou para ele preta?

XICA - Não inventei nada Regina, ele apenas descobriu a mulherzinha que tu és.

REGINA - Preta desgraçada, saia da minha frente! Eu vou levar Miguel daqui e é agora!

XICA - Há mais não vai mesmo! Experimenta fazer alguma coisa para ver se eu não lhe mato.

REGINA - Ele é meu marido!

MIGUEL - Seu marido? Só me casei com tu porque cai na sua armação, eu não sou seu marido, nunca serei!

REGINA - Não é o que o papel diz meu caro!

MIGUEL - Pouco me interessa o que o papel diz ou deixa de dizer, minha esposa sempre foi Xica e sempre vai ser!

REGINA - Vais sair daqui por bem ou por mal!

XICA - Olha aqui Regina, chega! Cala essa sua boca, agora eu vou falar e tu vai ouvir. Não vai adiantar de nada tu armar para me separar de Miguel, ele nunca vai lhe amar, ele sempre vai me amar, tu podes tentar de todas as formas nos separar, mais ele nunca vai ser teu, o amor dele é meu, e sempre vai ser, nem que eu morra ele vai deixar de me amar, essa tu perdeu para sempre!

REGINA - Preta desgraçada! Retira! Retira o que tu disse! Agora!

XICA - Eu tenho pena de tu, és uma desesperada, nunca vai tê-lo, se conforme!

Regina vai para cima de Xica, mais acaba apanhando.


XICA - Tu tens que ser presa, o que fizeste é crime!

REGINA - Meu pai não me prender sua preta burra!

XICA - Mais pelo menos ele vai ficar sabendo quem é a filha dele.

CENA 02 / INTENDÊNCIA / INTERIOR / DIA.

Xica chega á intendência com Regina arrastada.

PITÁGORAS - Mais o que é isso? Solte minha filha!

XICA - Agora vosmecê há de saber quem vossa filha realmente é!

Ela puxa a barriga de Regina que se rasga mostrando sua farsa.


PITÁGORAS - Minha filha? Tu estava mentindo para mim?

REGINA - Sim papai, já estás vendo, não é?

PITÁGORAS - Eu não acredito Regina, tiveste coragem de nos enganar, foi para se casar com Miguel? Não foi?

REGINA - Foi.

XICA - E vossa filha ainda estava o dopando, ele estava em coma na casa dela.

PITÁGORAS - Sim me lembro, mais era uma doença, ou algo do tipo.

XICA - Era veneno mesmo, ela envenenava ele porque ele havia descobrido a falsa gravidez, ela estava tentando segura-lo junto á ela.

PITÁGORAS - Conheço minha filha, por isso não duvido.

REGINA - Vais dar crédito ao que uma negra diz papai?

PITÁGORAS - Não é a verdade?

REGINA - (Silêncio).

XICA - Eu exijo que prendas vossa filha. Oque ela fez é crime, e tu sabes muito bem disso.

PITÁGORAS - (Risos) Achas mesmo que prenderei minha filha? De que vale a palavra de uma negra? Não vale nada!

XICA - Mais tu sabe que é o certo a se fazer, eu já imaginava que tu não farias isso, sabia que irias proteger Regina, mais enfim, um dia esse país vai ser justo e pessoas como ti e tua filha pagarão!

Ela sai.

UM DIA DEPOIS...

CENA 03 / INTENDÊNCIA / INTERIOR / DIA.


É chegado o dia do julgamento de Adamastor, o Juiz, Mabel e Pitágoras se fazem presentes.

JUIZ - Creio que o fato já é do conhecimento de todos, pois bem, vamos ouvir as partes envolvidas, a começar por vosmecê dona Mabel que esta acusando seu companheiro, faça suas considerações.

MABEL - Bom senhor Juiz, eu sou a vitima, a vitima desse depravado inconsequente, eu não imaginava que ele pudesse ser tão sujo e sórdido. Sabe, eu sempre fui muito cristã, e ele também, mais pelo visto era tudo fingimento, ele zombou da minha fé ao se tornar um sodomita, eu quero a condenação dele, ele tem que pagar por tudo de ruim que fez.

JUIZ - O acusado pode se defender!

ADAMASTOR - Senhor Juiz, eu não vou me defender pelo que sou, Deus me fez assim, eu sou o que sou, sempre fui assim, isso não é pecado, não tenho nada a que me arrepender, a não ser por não ter dito a verdade antes!

JUIZ - Como tens coragem de dizer que Deus lhe fez assim? Ele nunca criaria um lixo como tu, és uma abominação.


ADAMASTOR - Isso só quem pode dizer é ele, não é um homem como tu.

JUIZ - O que quer insinuar com esse "um homem como tu"?

ADAMASTOR - Sabes muito bem, homens como vosmecê traem vossas mulheres, fazem coisas que Deus abomina.

JUIZ - Ora, eu não vou ficar ouvindo julgamentos de um sem moral como vosmecê, eu traio minha mulher porque sou homem, eu posso! Agora vosmecê se arrepende do que fez?

ADAMASTOR - Já lhe disse que não!

JUIZ - Pois então será enforcado, amanhã ao meio dia na praça da cidade.

MABEL - Ótimo! É isto o que ele merece!

ADAMASTOR - Um dia essa gente como eu serão milhões, e aos hipócritas como tu só lhes restarão aceitar!

MABEL - Ora, era só o que me faltava!


JUIZ - Guardas, levem-o.

CENA 04 / CASA DO INTENDENTE PITÁGORAS / INTERIOR / SALA / DIA.

PITÁGORAS - Há, esse julgamento foi bem cansativo.

LAURIANA - A bixa foi condenada?

PITÁGORAS - Foi, vai ser enforcado amanhã na praça.

LAURIANA - Faço questão de ir ver.

PITÁGORAS - Tenho que ter uma conversa séria com Regina.

LAURIANA - Porque? Aconteceu alguma coisa?

PITÁGORAS - Há mamãe, Regina tem feito de tudo para ter Miguel, até mesmo envenena-lo e forjar uma gravidez ela foi capaz, temo que ela esteja enlouquecendo.

LAURIANA - Que besteira meu filho, Regina esta mais sã do que nunca. Ela só se cortou algumas vezes, e creio que ela não irá mais procurar a bruxa.

PITÁGORAS - O que? Regina se cortava e ia atrás daquela bruxa da mata? A senhora sabia disso tudo e nunca me disse nada mamãe?

LAURIANA - Não meu filho, eu falei brincando, esqueça, devo estar caduca.

PITÁGORAS - Não mamãe, eu sei quando a senhora está mentindo, aconteceu isso de verdade sim? Não é?

LAURIANA - Sim meu filho, mais não faça nada grave com ela, ela não está louca, foi um desespero passageiro, ela está bem, eu sei disso!

PITÁGORAS - Ela precisa se tratar!

LAURIANA - O que vais fazer?

PITÁGORAS - Mandarei Regina para se tratar em um sanatório.

LAURIANA - Não faça isso com ela meu filho!

PITÁGORAS - Mãe, ela se cortou, a senhora não vê que a situação é grave? Se ela piorá será culpa sua, Regina precisa sim se tratar e vai!

ANOITECE...

CENA 05 / CASA DE XICA / INTERIOR / SALA / NOITE.

UBIRAJARA - Ubirajara se despedir, aldeia precisa de índios de volta.

XICA - Eu queria lhe pedir um favor meu amigo.

UBIRAJARA - Se Ubirajara puder ajudar, peça!

XICA - Eu e Miguel sempre queríamos nos casar, más todas as vezes que chegávamos perto acontecia algum contratempo, mais enfim, queria que tu nos desse uma benção, me casar na igreja não me importa mais, mais eu quero ser agraciada com uma benção. O que acha?

UBIRAJARA - Ubirajara ficar muito feliz em abençoar Xica e Miguel, e Xica ter que casar logo mesmo, porque menino de Xica não tarda a nascer.

XICA - Como assim menino?

UBIRAJARA - Xica estar grávida!

ARISTIDES - Eu tinha certeza, não se lembra que eu lhe disse sinhá?

XICA - Sim, me lembro, eu nem acredito, vou ser mãe.

MIGUEL - E eu pai.

XICA - Minha felicidade não podia ficar mais completa!

Continua...

"AMANHÃ NOS ENCONTRAMOS ÁS 21H, NO ÚLTIMO CAPÍTULO."
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Sessão Web Mundi: Desejos Proibidos - Penúltimo Capítulo




Cena 1/ Dia/ Manhã/ Int./ Casa de Heitor
Vítor: Eu descobri algo terrível, eu estou perplexo. Eu descobri que meus irmãos... Eles... Eles estão tendo um caso!
Claudia: [Pelo lado de fora da casa] O que? Eu não acredito!
Heitor: Como?
Claudia: [Sai correndo]
Vítor: Você escutou? [Abre a porta] Eu não acredito, a Claudia estava escutando a nossa conversa!
Heitor: Quem é Claudia?
Vítor: Namorada do meu irmão. Eu fiz tudo isso para ela não descobrir o que eu tinha descoberto!
Heitor: Não entendi!
Vítor: Eu vou ter que ir!


Cena 2/ Dia/ Manhã/ Ext./ Matagal
Claudia correndo no meio da mata.
Claudia: Eu vou acabar com esse amor idiota. Como eu sou burra! É por isso o ciúmes daquela vaca. Eu vou acabar com a vida dos dois!


Cena 3/ Meio dia/ Int./ Mansão dos Dutra/ Escritório de Candido
Candido está em seu escritório e chega Carlos.
Carlos: [Entra no escritório] Senhor Candido!
Candido: O que foi Carlos?
Carlos: Tem uma cigana querendo falar com você!
Candido: Cigana?
Carlos: Sim, é uma tal de Rosa!
Candido: [Fica surpreso] A mande esperar que eu estou descendo!


Cena 4/ Meio dia/ Int./ Mansão dos Dutra/ Sala
Analice e Joaquim estão conversando.
Joaquim: [Pega no queixo de Analice] Porque eu olho no fundo de seus olhos e vejo algo de estranho?
Analice: Não é nada. Não tenho nada!
Joaquim: Tem certeza? Você sabe que eu te amo e nem eu sei o que sou capaz de fazer por esse amor!
Analice: Você falando assim me da um certo medo!
Joaquim: Não precisa ter medo, aliás, eu nem tenho a intuição de deixa-la com medo!
Miguela: [Chega para oferecer cafezinho] Com licença, cafezinho? [Olha para Analice e junto com o café entrega um bilhete] E você quer Joaquim?
Joaquim: Não, muito obrigado, tenho que resolver uns problemas, vou ter que me ausentar agora [Beija Analice e sai]
Analice: [Abre o bilhete e lê] “Hoje à noite, me encontra no quarto de visitas, precisamos ter mais uma conversa. Beijos, Felipe!”

.
Cena 5/ Meio dia/ Ext./ Ao lado da Mansão dos Dutra
Candido vai ao encontro da cigana Rosa.
Claudia: [Passa por Candido]
Candido: Ei? Claudia? Garota estranha.
Rosa: Sempre reclamando não é mesmo Flausino!
Candido: Cala a boca. Meu nome nunca foi Flausino!
Rosa: Mas foi com esse nome que se apresentou para mim, seu cão, amaldiçoado!
Candido: Calma, fica calminha, porque eu mando aqui, é só olhar para os arredores das terras, por todo canto tem guardas prontos a atirar!
Rosa: Pois eu não tenho medo, quem deveria ter medo era você. Eu vejo muita escuridão ao seu redor, eu vejo a morte muito próxima a você!
Candido: Se você acha que com essas palavras xucras ficarei assustado, está muito enganada!
Rosa: Não é para ficar assustado e sim para ficar atento.
Candido: Você não veio aqui só para isso. O que você quer?
Rosa: Você tem um filho comigo!
Candido: O que?
Rosa: Fernando. Ele é seu filho e eu exijo que ele seja assumido por você!
Candido: Não. Eu não tenho filhos com você.
Rosa: Não fale bobagens!
Candido: Foram só duas vezes!
Rosa: Mas que já servem!
Candido: Quem me garante que você não tenha ficado com mais alguém?
Rosa: [Dá um tapa na cara de Candido] Seu desgraçado. Você me paga, eu juro.
Candido: Vaca!


Cena 6/ Dia/ Tarde/ int./ Mansão dos Dutra
Claudia está conversando com Joaquim.
Claudia: [Puxa Joaquim pelo braço]
Joaquim: O que é isso sua louca?
Claudia: Eu esperei muitas horas para falar com você. Agora você não me escapa!
Joaquim: O que você está falando?
Claudia: Nós somos otários. Burros!
Joaquim: Você é maluca. Se você é burra, louca, otária, eu não sou.
Claudia: É sim. Se não fosse saberia que Analice sua amada, toda certinha, tem um caso com o próprio irmão!
Joaquim: Achava que era louca, mas parece que me surpreendi!
Claudia: Você é idiota. É só fazer o que eu não fiz. Observe. Observe o ciúmes dele e dela. Otário. O que temos que fazer é nos juntar e acabar com isso!
Joaquim: Você é maluca mesmo. Eu tenho mais o que fazer, sai da minha frente!
Claudia: [Depois que Joaquim sai do local ela diz] Terei que fazer algo sozinha!



Cena 7/ Dia/ Tarde/ int./ Mansão dos Dutra/ Quarto de Analice
Claudia surta e vai até o quarto de Analice
Claudia: [Entra no quarto]
Analice: O que está fazendo? Sai daqui!
Claudia: Eu estou louca. Descobri tudo. Agora você vem comigo [Puxa Analice]
Analice: Me larga!
Claudia: Se eu te largar, terei que contar para todo mundo que você e seu irmão tem um caso amoroso. Agora vem comigo, sem discussão!



Cena 8/ Dia/ Tarde/ int./ Mansão dos Dutra/ Quarto de Lívia
Miguela vai até o quarto de Lívia.
Miguela: [Entra no quarto] A senhora está bem?
Lívia: Não. Um calafrio horrendo. Muito estranho.
Miguela: Mas por quê?
Lívia: Não sei bem dizer, mas acho que foi pelo que aconteceu com o Vítor hoje de manhã. Agora nem sei onde ele está!
Miguela: Ele deve estar bem [Escuta uns resmungos] Analice!
Lívia: O que foi?
Miguela: Nada. Eu tenho que ir agora!
Fora do quarto de Lívia, Miguela vê Analice sendo puxada por Claudia e resolve avisar Felipe que passa no corredor.
Miguela: Felipe! Graças a Deus. A Claudia, ela está surtada. Está puxando a senhorita Analice!
Felipe: Eu não acredito!
Miguela: Vá ver o que está acontecendo!



Cena 9/ Dia/ Tarde/ int./ Mansão dos Dutra/ Quarto de Lívia
Carlos vai até o quarto de Lívia.
Lívia: Carlos?
Carlos: Vim lhe fazer uma visita!
Lívia: Só você mesmo!
Carlos: [Beija Lívia]
Lívia: [Tira a roupa]
Carlos: Safada!
Candido: [Passando pelo corredor ouve cochichos no seu quarto] [Para e abre a porta pegando Lívia e Carlos transando] Lívia? Carlos?
Lívia: Candido?
Candido: Desgraçados [Vai até a cama e puxa Carlos nu] Você vai me pagar!
Lívia: Solta ele!
Candido: [Leva Carlos imobilizado e nu para levar chibatadas]



Cena 10/ Dia/ Tarde/ Ext./ Tronco
Candido chega com Carlos pelado e os seus capangas o amarram no tronco.
Lívia: Não. Carlos! Não, faça isso Candido!
Candido: Segurem-na!
Lívia: Não!
Candido: Seu neto de escravos, desgraçado, vai aprender a não mexer com a mulher dos outros [Começa a dar chibatadas em Carlos]
Lívia: Não!


Cena 11/ Dia/ Tarde/ Ext./ Matagal/ Penhasco
Claudia trás Analice até um penhasco.
Analice: Me solta!
Claudia: Desgraçada. Pecadora. Eu vou te matar.
Analice: Me solta [Se solta e começa a brigar com Claudia] Vadia. Eu te odeio!
Felipe: Analice!
Vítor: Felipe!
Felipe: Irmão. O que faz aqui?
Vítor: É uma longa história!
Claudia: [Puxa uma tesoura e imobiliza Analice] Pra trás vocês dois, ou ela morre!
Felipe: Não faça isso!
Claudia: Eu faço sim, quer ver!
Analice: [Consegue se soltar]
Claudia: [Tropeça e cai do penhasco] Socorro!
Felipe: Claudia?

Todos ficam assustado com a morte de Claudia.

Analice: Meu Deus. O que está acontecendo!
Vítor: Você está bem?
Analice: Agora sim!
Vítor: Fui eu. Eu descobri do caso de vocês dois e como ela me chantageava, pois ela sabia do meu caso com Heitor, resolvi me libertar para não acabar com a felicidade dos dois, mas ela me seguiu e descobriu tudo!
Felipe: Isso é algo que... Não tem explicação!
Analice: Tem sim. E eu quero distância de você Felipe, agora é de vez!


Cena 12/ Dia/ Tarde/ Ext./ Tronco
Lívia: Para Candido, ele vai morrer [Se solta dos capangas] Para [Se joga em cima de Candido que desmaia. Pega uma arma] Ninguém se meche, se não vão levar uma carraspana [Dizimara Carlos e o leva do local para o matagal]


Cena 13/ Dia/ Tarde/ Ext./ Mansão dos Dutra
Analice chega à casa assustada.
Joaquim: Ei amor! O que foram todos aqueles gritos da sua mãe?
Analice: Que gritos?
Joaquim: que vinham de perto daquele tronco.
Analice: Deve ser mais uma das loucuras dela.
Joaquim: Ei. Que cara de choro? O que houve?
Analice: Nada. Só quero tomar meu banho e tentar descansar [Segue para o banheiro]
Joaquim: Que estranha!


Cena 14/ Dia/ Tarde/ Ext./ Matagal
Lívia: Calma Carlos. Vai ficar tudo bem [Olha uma casa no meio do mato] Uma casa? Nunca tinha a visto por aqui. Será que moram pessoas ali? Irei te levar até lá!
Lívia leva Carlos sem saber até a casa de Heitor.
Lívia: Por favor alguém me ajuda!
Heitor: [Abre a porta] Entre!
Lívia: Obrigada. Por favor, me ajude!
Heitor: Claro. O leve para a minha cama!



Cena 15/ Dia/ Tarde/ Ext./ Tronco
Candido acorda.
Candido: Cadê? Cadê o maldito e a vagabunda? Vocês os deixaram fugir. Estão todos demitidos, sumam daqui agora, andem [Todos os capangas saem] Ela vai voltar, eu vou acabar com ela!
Analice: [Chega até o local] Pai, o que houve?
Candido: O que houve? Sua mãe é um vaca, ela me traia, e agora eu vou acabar com a raça dela. Suma lá para dentro, eu não quero que veja sangue!
Analice: O que? Eu não vou permitir!
Candido: Não vai? Então vai apanhar junto!
Joaquim: Vamos para dentro da casa Analice. Vamos!
Analice: não. Você não vai encostar uma mão na minha mãe, eu cansei seu machista idiota, arrogante, nojento, eu não queria ser sua filha!
Candido: [dá um tapa na cara de Analice]
Analice: [Dá um tapa na cara de Candido]
Candido: Agora chega [Saca o revolver e mira para Analice]
Analice: Vai me matar é? Atira então, eu quero ver!
Candido: [Dá um tiro par ao alto e sai pelo meio do matagal]
Analice: Eu não posso deixa-lo fazer alguma coisa com minha mãe [Segue seu pai].



Cena 16/ Anoitecendo/ Int./ Casa de Heitor
Felipe e Vítor chegam à casa de Heitor
Vítor: Entre Felipe!
Lívia: Vítor? Felipe?
Vítor: Mãe?
Lívia: Então... Então ele é o seu namorado!
Vítor: É sim mãe [Abraça Lívia] Mas o que está fazendo aqui?
Lívia: O pai de vocês descobriu tudo.
Felipe: Tudo o que?
Lívia: Que eu tinha um caso com o Carlos!
Vitor: O que? É ele quem está ali?
Lívia: Sim. Seu pai o amarrou em um tronco e o deu chibatadas!
Felipe: E agora?
Lívia: Agora é que ele deve estar as minhas catas!



Cena 17/ Noite/ Ext./ Matagal
Candido: Lívia! Eu vou te achar [Dá um tiro para cima]



Cena 18/ Noite/ Int./ Casa de Heitor
Lívia: Ouviram? Foi ele. Meu Deus, se ele nos achar, vai acabar com nossas vidas!
Felipe: Eu não vou permitir [Sai da casa]
Lívia: Felipe? Vai aonde. Eu vou junto [Sai da casa]
Heitor: E nós?
Vítor: Eu não sei você, mas eu vou ver o que posso fazer [Pega uma faca e sai da casa]



Cena 19/ Noite/ Ext./ Matagal
Todos estão no matagal, Lívia, Felipe, Vítor, Joaquim, Analice...
Lívia: Filhos? Onde eles se meteram nessa escuridão!
Enquanto isso Joaquim e Analice procuram por Candido.
Joaquim: Está muito escuro!
Analice: A lua está cheia, devemos encontrar o meu pai antes que ocorra alguma besteira!
Com o silêncio da mata todos estão à procura de Candido.
Vítor: [Leva uma pancada na cabeça e é arrastado]
Candido: [Acha Vítor desmaiado] Vítor? [Leva uma pancada na cabeça e cai]
Ouve-se um tiro e os pássaros das arvores voam.
Felipe: O que foi isso [Esbarra em Vítor caído] Vítor? Meu Deus. Acorda!
Vítor: [Acorda] Felipe?
Felipe: [Olha para cima e vê seu pai morto] Pai? Pai, fala comigo, acorda!
Vítor: O que é isso?
Lívia: [Chega ao local] Candido!
Analice: [Chega ao local] Pai? Ele está morto!
Felipe: Sim. Mas quem fez isso?



Cena 20/ Dia/ Manhã/ Int./ Mansão dos Dutra/ Sala – Dois dias depois
Dois dias se passam após o assassinato de Candido.
Lívia: Sei que é estranho o que vou falar, mas parece que depois do que aconteceu com Candido e principalmente com o suicido de Claudia, o clima aqui em casa não é mais o mesmo!
Analice: Também penso assim!
Joaquim: A males que vem para o bem!
Vítor: Coisas inevitáveis acontecem a todo o momento!
Felipe: [Faz sinal para Analice e sai da sala]
Analice: Bem. Agora eu vou lá fora dar uma respirada!
Lívia: Vai minha filha!
Joaquim: [Fica observando]


Cena 21/ Dia/ Manhã/ Int./ Mansão dos Dutra/ Quarto de Felipe
Analice: O que você quer comigo?
Felipe: Depois da morte do nosso pai e da Claudia, não conversamos mais!
Analice: Mas eu não disse que queria me afastar de você?
Felipe: Se quisesse, não estaria aqui.
Analice: [Olha no fundo dos olhos de Felipe]
Felipe: [Beija Analice]
Joaquim: [Espia pela porta e pega Felipe beijando Analice] Então era verdade. Claudia estava certa, eles estão tendo um caso!

Joaquim fica perplexo com a cena.
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